ALMANAQUE DO ROBERTO



RASCUNHO PARA A GRÁFICA PRINCESA (Lages-SC).
04 de Março de 2022
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ADICIONAR A FOTO DO ROBERTO CARECA

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COLABORAÇÃO ESPONTÂNEA - R$ 0,05 - R$ 0,10 - R$ 0,25 - R$ 0,50 - R$ 1,00 - R$ 2,00 - R$ 5,00 - 10,00...

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As próximas edições do  Almanaque do Roberto estarão disponíveis apenas no meu facebook e no meu site.

FACEBOOK  : www.facebook.com/www.robertocarlosmoreira.com.br

SITE: www.robertocarlosmoreira.com.br

Eu usava as redes sociais e o meu jornal para divulgar a CIDADE MARAVILHOSA do Rio de Janeiro. Agora uso as redes sociais e o meu jornal para se defender da maioria dos lageanos. O lageano não sente DOR e nem AMOR.

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Quem não gosta das minhas publicações lageanas ou em lageanês, visite a minha página antiga.


Página antiga: www.facebook.com/almanaquedoroberto


Página lageana: www.facebook.com/www.robertocarlosmoreira.com.br

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BANCO DO BRASIL  Cliente: Roberto Carlos Moreira  Agência: 0656-4   Conta poupança: 6.805-5  Variação: 51

PIX (número do CPF): 80280439920

POUPANÇA DA CAIXA Roberto Carlos Moreira. Agência 1082. OP 013. Conta 12872. DV 6 

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ADICIONAR FOTO DA CNH

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Preciso de EMPREGO

TRABALHO vendendo Almanaque do Roberto.

Pretendo ter um EMPREGO de carteira assinada de dia ou à noite: motorista; gari; etc.

Aceito doações de livros para ler nos semáforos.

Acordo todos os dias às 5 horas da manhã. 

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Enquanto tiver TRABALHO estou livre para ler muitos livros, estudar e fazer muitos cursos a noite em qualquer cidade do Brasil. Quando tiver EMPREGO, não vou mais conseguir ler livros, estudar e fazer cursos a noite. 

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A maioria das pessoas fica o dia inteiro no celular. O Roberto fica o dia inteiro lendo livros.

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Quando eu vendia sorvetes Stringari em Itajaí-SC, nunca cochilava depois do almoço.

Vendendo o meu jornal em Lages, sempre tiro um cochilo depois do almoço.

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SORVETES STRINGARI

- Vender sorvetes e picolés Stringari em Itajaí-SC, foi o melhor TRABALHO da minha vida. Vendia tudo brincando.

- O meu EMPREGO na biblioteca do Colégio São José em São Joaquim-SC, e vender o Almanaque do Roberto em Lages-SC, foram os piores momentos da minha vida. 

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Pai Nosso

Pai Nosso que estais nos Céus, santificado seja o vosso Nome, venha a nós o vosso Reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do Mal. Amém

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BANHO DE ÁGUA FRIA 

- Desde o dia 17/06/2020, durmo todas as noites na marquise do Banco Itaú no bairro Coral em Lages-SC.

- Tomo banho de torneira e de mangueira todas as manhãs na calçada do Cartório 4° Ofício de Registro de Imóveis de Lages/SC.

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- A maioria dos lageanos diz que não me ajuda, porque falo mal da cidade. 

- Sempre divulguei os pontos turisticos da cidade do Rio de Janeiro no meu jornal. E ninguém da Cidade Maravilhosa me ajuda.

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Com as vendas do meu jornal, paguei os seguintes cursos em Lages-SC:

01 - Auto escola Top Sul passei na categoria A (moto) e B (carro e trator)

02 - Atendente de Farmácia no Cebrac de Lages.

03 - Cuidador de idosos e crianças no Cebrac de Lages.

04 - Manutenção de celulares no Cebrac de Lages.

05 - Informática básica no Sest/Senat de Lages.

06 - Mecânica básica no Senai de Lages.

07 - Eletricista básico no Senai de Lages.

08 - Operador de empilhadeira no Senai de Lages.

09 - Operador de máquinas pesadas no Sidy Lages (Escavadeira Hidráulica, Pá Carregadeira e Retroescavadeira).

10 - Etc.

- Fiz  todos esses cursos, morando nas ruas de Lages. Sem apoio, sem suporte, sem patrocínio e sem incentivos. 

- Fui expulso sob chutes, pontapés, empurrões e ameaças  das aulas de violão no Centro Cultural do Sesc Lages.

- Fui expulso do Kumon Lages, por ser morador de rua.

- Fazendo cursos todas as noites, a maioria dos lageanos me chamava de vagabundo, vadio,  malandro, pilantra, safado, etc.

- Um grupo de WhatsApp de Lages, ficou torcendo contra o meu sucesso e aprovação na auto escola top sul. 

- O meu sonho era ter feito todos esses cursos com mais conforto, suporte e apoio na cidade de Itajaí-SC.

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Preciso terminar as cirurgias com alguns médicos de Lages: 

1 - Dr. Leonardo Ramos (cirurgião dentista).

2 - Dr. Fernando Arruda Ramos (otorrino).

3 - Dr Alceu Fernandes Filho (cirurgião geral).

4 - Dr. Paulino Granzotto (urologista).

5 - Dr Rodrigo Reis (urologista).

6 - Dr Rafael Hissé Gomes (oftalmologista).

O meu sonho era ter feito todos esses tratamentos, cursos e sonhos com mais conforto, suporte e apoio na cidade de Itajaí-SC.

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Eu nunca pisaria em Lages, se o professor Luís, a direção e a Associação de Pais e Professores do Colégio Nereu Ramos em Itajaí-SC, não levassem o meu carrinho de pipocas. O Colégio Nereu Ramos foi a melhor escola da minha vida. A cidade de Itajaí foi a melhor cidade da minha vida. Eu estava estudando de verdade. Eu pagava o carnê da mensalidade nesta escola pública. O carrinho de pipocas estava com o alvará em dia. Eu nunca fingia que estudava. Eu pagava até as  aulas de datilografia com a simpática  professora Natally. Vocês do CNR deveriam  agir de outra forma mais honesta dizendo: "Se você não parar de estudar, você pode continuar com o seu carrinho de pipocas na frente da escola."

A sorveteria STRINGARI foi o melhor trabalho da minha vida em Itajaí.

O bairro Fazenda em Itajaí, foi o melhor bairro da minha vida.

Eu namorava os cursos do SENAC, que ficava num prédio velho em frente ao ferry-boat no centro de  Itajaí.

Eu namorava uma auto escola que ficava em frente a Igreja Matriz no centro de Itajaí.

Eu namorava algumas atividades do SESC Itajaí.

Eu namorava os cursos do SENAI que ficava dentro da UNIVALI. Etc.

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Dizem que não sou lageano. Mas tudo o que o lageano compra, vende e consome de diversas marcas vêm de fora. A vacina vêm da China; os remédios vêm dos EUA; o perfume vêm da França; a comida vêm da Itália;  os carros vêm da Alemanha; os celulares vêm da Coréia do Sul; o soro vêm do Instituto Vital Brazil; o dinheiro vêm da Casa da Moeda (Rio de Janeiro); etc.

As melhores músicas vêm de fora: www.antena1rio.com.br

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NINGUÉM MERECE

- Em Lages dizem que mereço apanhar diariamente. Tem até fila e fura fila de pessoas para me bater.

- Diariamente milhares de idosos, crianças e mulheres também sofrem violência em todo o Brasil. 

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Estava vendendo o ALMANAQUE DO ROBERTO para continuar realizando e pagando todos os meus tratamentos, cursos e sonhos:

01 - Tratar ou curar o glaucoma.

02 - Tratamento odontológico e periodontista.

03 - Um lar ou quiitinete para morar.

04 - Mobiliar esse meu lar ou quitinete.

05 - Curso de culinária.

06 - Curso de horta e jardinagem.

07 - Entrar para uma Universidade Federal Rural.

08 - Estudar a noite para terminar o 2º grau.

09 - Uma Kombi para morar, trabalhar e viajar.

10 - Curso de primeiros socorros ou enfermagem.

11 - Aula particular de matemática.

12 - Concurso público.

13 - Cursos no Senac, Senar, Senai, Senar, Emater, Cebrac e CFC.

14 - Apoio, suporte e incentivo para vender o Almanaque do Roberto.

15 - Vender o Almanaque do Roberto nos semáforos para ler, estudar e treinar matemática e recuperar os estudos perdidos.

16 - Etc.

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EXAME TOXICOLÓGICO


1º Exame Toxicológico - 2020 - No começo de "2020" fiz o 1º  exame toxicológico no Laboratório Floriani, Rua Lauro Muller, 141 - Centro, Lages - SC.  Os exames revelaram que não uso nenhum tipo de drogas legais ou ilegais. Esse laboratório fica na frente da  delegacia de polícia de Lages.


2º Exame Toxicológico - 2021 - No começo de "2021" fiz o 2º exame toxicológico no Laboratório Floriani, Rua Lauro Muller, 141 - Centro, Lages - SC. Os exames revelaram que não uso nenhum tipo de drogas legais ou ilegais. Esse laboratório fica na frente da  polícia de Lages.


3º Exame Toxicológico - 2022 

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Muita gente diz que já tem o meu jornal.

Ninguém diz: eu já li todas as edições do  seu jornal: números 1, 2, 3 até o 13, etc.

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Quando eu conseguir sair de Lages, venderei o meu abençoado ALMANAQUE DO ROBERTO de domingo a domingo em todas as capitais do Brasil, para divulgar o Rio de Janeiro. A noite estudarei e farei cursos nas capitais do Brasil. Quando estiver  bem financeiramente, encerrarei o meu TRABALHO. Voltarei a vender sorvetes e picolés Stringari (stringari.com.br) de domingo a domingo em Itajaí-SC. E passarei em algum concurso público em Itajaí, para descansar e passar os fins de semanas, feriados e férias  com a minha futura família.

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LAGEANÊS



1 - Sou culpado por ter sido assaltado e expulso no quarto no Hotel Aquarius: Rua João Cruz da Silva, 106 - Estreito - Florianópolis - SC. Arrisquei a minha vida salvando o recepcionista idoso do hotel. E tive que se esconder pelado debaixo das mesas na sala de café do hotel. As câmeras registraram tudo. O dono do hotel alegou que me expulsou, porque eu estava difamando o nome do hotel, relatando sobre o assalto no meu site. E para o repórter Roberto Salum (ex delegado de polícia) da TV Record, o dono do hotel alegou pelo telefone que me expulsou por falta de pagamento das diárias. E que não iria falar mais nada sem a presença de um advogado.

2 - Sou culpado porque vendia mais que a cantina do Colégio Nereu Ramos em Itajaí-SC, e ser proibido de continuar trabalhando e estudando. 

3 - Sou culpado por ser o melhor vendedor de sorvetes Stringari na fila do ferry boat com alvará em dia em Navegantes-SC, e apanhar diariamente de um segurança da prefeitura. 

4 - Sou culpado por ser torturado e assaltado pelas polícias de São Joaquim-SC; Serra Negra-SP; Pindamonhangaba-SP; Ibaiti-PR; etc. 

5 - Sou culpado porque o dono do Hotel Centauro em Lages-SC, não devolveu o dinheiro mensal do meu banho. 

6 - Sou culpado porque o  dono da Panificadora da Cidade na Av. Dom Pedro em Lages-SC, já me bateu até com a lixeira da padaria. E passa sempre rindo, zombando e dizendo: Vai trabalhar seu vagabundo, seu safado, pilantra.

7 - Sou culpado porque os drogados de Lages recebem até cestas básicas de moradores para me bater.

8 - Sou culpado porque o dono do trailer  de lanches em frente ao Banco Itaú no bairro Coral, me acusou de vender drogas todas as noites em Lages.

9 - Etc.

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Consulte um lageano antes de me ajudar


- Quando eu era escravizado pelas funcionárias no meu EMPREGO no Colégio São José em São Joaquim, eu morava no banheiro do prezinho. Muitas crianças diziam na cantina da escola que me espiavam tomando banho pelo buraco da fechadura. As funcionárias escondiam a água e a merenda da gente.

- Na biblioteca do Colégio São José em São Joaquim-SC, nunca cruzava os braços para as crianças que precisavam dos meus serviços; não fechava as portas e janelas na cara de ninguém; não ficava sentado, emburrado e encarando alunos (as) que precisavam de ajuda nas pesquisas escolares; não surrava as crianças que entravam na biblioteca só para fazer baderna; etc. E OS LAGEANOS COVARDES E ACOMODADOS DIZEM QUE ESTOU COLHENDO O QUE PLANTEI. QUE ESTÃO DANDO O TROCO NA MESMA MOEDA.

- Na biblioteca do Colégio São José, eu ficava limpando e organizando a biblioteca durante a madrugada. Fazia isto para atender bem todos os usuários da biblioteca durante o dia. (A maioria dos lageanos dizem rindo e zombando que sempre fui vagabundo e vadio.)

- Quando eu vendia picolé e sorvetes Stringari em Itajaí, sempre guardava as moedas para nunca deixar faltar troco.

- Quando vendia picolé e sorvete Stringari no Ano Novo em Itajaí e Navegantes, eu dizia: "OLHA O PICOLÉ DO ANO PASSADO." Assim mesmo vendia tudo, puxando dois carrinhos nas areias da praia. Os clientes e turistas que diziam hoje não, eu respondia brincando: HOJE NÃO. SÓ AMANHÃ.

- Fiz uma campanha nas redes sociais para ter emprego. Estão respondendo que sou vadio e não quero emprego. Dizem que só quero é aparecer.

- Em Lages me atendem mal até quando quero tomar água mineral com limão. Dizem que no cardápio os limões são  servidos apenas nas bebidas com álcool. 

- Quando conto para algum lageano que tirei primeiro lugar num curso de pintor quando estava num orfanato, os lageanos acomodados respondem: Então, porque não está trabalhando seu vadio?

- A maioria dos lageanos que fecha os vidros do carro na minha cara, são os que mais me chamam de mal-educado. (todos eles sabem que já fui proibido de estudar no Colégio Nereu,  só porque vendia mais que a cantina da minha querida escola). A APP, que é uma associação de pais e professores, defendeu apenas o professor Luiz da cantina. Eu era um aluno que pagava a mensalidade em dia e não tinha pais.

- Quando eu era caseiro sozinho num sítio do interior de São Joaquim-SC, só recebia casa e comida. Eu caminhava muito e nunca conseguia carona para chegar na escola à noite no centro da cidade. (Para o lageano eu recebia casa e comida. Não precisava de salário. E fingia que estudava).

- Quando fui vender sorvete nas praias de Itajaí, os moradores da cidade praiana me acolheram muito bem. Não deixaram dormir nas ruas. Estudei no Colégio Nereu Ramos, o melhor colégio da minha vida. Até a merenda era deliciosa.

- Vendi muito bem o meu jornal em todo o sul do Brasil. Mesmo as polícias de todas as  cidades do sul do Brasil estarem sempre me esperando em todas as RODOVIÁRIAS para rir e zombar do meu trabalho durante o dia inteiro. Quando tirava a máscara antes das pandemias para almoçar ou tomar café, os policiais com farda e sem farda sempre apareciam para rir e zombar dizendo: VOCÊ NÃO ESTÁ DOENTE ? PARA COMER VOCÊ TIRA A MÁSCARA. PARA GANHAR DINHEIRO VOCÊ BOTA A MÁSCARA. 

- Quando fui expulso de  uma barraca de camping bem limpa e organizada em frente ao Senac e a RODOVIÁRIA de Lages, o guarda municipal xingou até a minha desconhecida mãe.

- Em Lages tentei pedir SOCORRO em vão, espalhando o meu jornal em frente ao Senac e a Rodoviária (Os políticos que sujam todas as ruas da cidade durante as eleições, são os que mais recebem votos de confiança dos eleitores). Os políticos eleitos sujando as ruas da cidade são mais SANTINHOS do que eu.

- Os fumantes jogam a GUIMBA no chão diariamente pelas ruas da cidade. Nenhum deles apanha ou são chamados de vagabundos.

- Os lageanos que jogam lixo e esgoto em todos os rios da cidade, também querem poluir e destruir a minha vida.

- Em Lages apanho até quando acordo diariamente às 5 horas da manhã.

- Em Lages querem me bater até quando estou sorrindo diante do meu notebook ou celular. Querem inclusive que eu venda o meu celular. 

- Antes da pandemia, a polícia de Lages disse rindo e zombando que já estou CRUCIFICADO.

- Vários motoristas saquearam um caminhão de cerveja que tombou na entrada de Curitibanos. Muitos deles aparecem nos semáforos de Lages para me chamar de pilantra.

- Os drogados de Lages, dizem que até a polícia quer me matar.

- A polícia de Floripa, disse que o meu jornal só serve para limpar a bunda. Os drogados de Lages também dizem que o meu jornal só serve para limpar a bunda.

- Apanho dos moradores e drogados até quando faço cursos no SENAI, SEST e CEBRAC de Lages.

- Moradores e drogados de Lages dizem que me conhecem de cabo a rabo. Também conhecem o meu currículo. Os lageanos que dizem conhecer toda a minha história, nunca me ajudaram. 

- Em Lages tem dois grupos de drogados: os drogados que não tem medo de polícia. E os drogados que tem medo da polícia. Os drogados que tem medo da polícia tem carro; casa; família; etc.

- Quando vendi muito bem o meu jornal em todo o SUL do Brasil, dormia muito bem em hotéis. Nunca dormia nas ruas. 

- Em Lages-SC, durmo todos os dias nas ruas. Os moradores dizem rindo e zombando que o meu TRABALHO era malandragem.

- A maioria dos lageanos dizem que conhecem o Almanaque do Roberto. Mas a maioria nunca leu o meu jornal.

- Não me arrependo de distribuir bolas e brinquedos com o meu salário todos os anos para as crianças de São Joaquim-SC. Arrependo-me de comprar as bolas e os brinquedos na Casa Narciso de Lages-SC. O dono da Narciso diz que nunca comprei nada na CN. E que os funcionários pretos da CN querem me matar.

- Quando estava melhor de vida e não dormia nas ruas, doei 300 bíblias comentadas para os presos de Itajaí-SC. Comprei na capital paulista, pedindo a Deus para encontrar uma maneira de trabalhar de domingo a domingo. Foi uma maneira de recuperar os estudos perdidos. Deus me deu sabedoria para criar o Almanaque do Roberto. Depois encontrei nos semáforos, uma maneira de trabalhar inclusive nos feriados, estudar e ler bastante. Graças a Deus! (Os lageanos se acham mais poderosos que o criador da Lua. Os lageanos nunca pisaram na lua. Muitos nem pisarão no CÉU.)

- Dr. Leonardo Ramos (cirurgião dentista) de Lages, cobrou quase 20 mil reais para tratar os meus dentes. Os moradores e os drogados fazem fila para quebrar os meus dentes. 

- Dr. Fernando Arruda Ramos (otorrino) de Lages, cobrou apenas 5 mil reais e curou mais de 90% dos meus problemas respiratórios. Os moradores e os drogados fazem fila para quebrar o meu nariz.

- Dr Alceu Fernandes Filho (cirurgião geral) de Lages, cobrou apenas 1 mil reais para retirar alguns cistos da minha cabeça. Os moradores e os drogados fazem fila para quebrar o meu crânio.

- O eterno Tio Pruda (prefeito de São Joaquim) foi quem pagou a primeira cirurgia para erradicação da minha infecção e surdez. (A maioria dos lageanos são cegos, surdos e mudos).

- Eu conversava, cumprimentava e sempre sorria para um PM de Lages, que sempre fazia plantão na porta do Colégio Nereu Ramos em Itajaí-SC. Os moradores e os drogados de Lages ficam jogando na minha cara que eu não gosto de polícia. (Na verdade, tenho medo de polícia,  bandido e drogados).

- Nos semáforos de Lages tem gente de confiança da cidade que me diz: "Toma 5 reais para você comprar cachaça." (A maioria dos moradores quer me drogar e me prostituir).

- Eu gostaria que as pessoas que nem o Tio Alê Automóveis, ficassem longe da gente como medida de proteção. Quase perdi a vida, ao tentar tomar banho na torneira em frente a loja alugada desse empresário. Eles botaram eu para correr sem olhar para trás. O Centro Cultural do Sesc, no centro de Lages, agiu da mesma forma dois dias depois. Botaram eu para correr sem olhar para trás. Ambos disseram: nunca mais pise aqui. Se pisar aqui de novo, você vai morrer.

- Deus mandou o seu filho Jesus para salvar o mundo. E nas ruas, casas e semáforos de Lages os pais e as mães ensinam dia e noite aos filhos que sou vagabundo para destruir a minha vida. Os filhos servem de escudo. Seus pais nem se olham no espelho.

- Muitas crianças tiram dinheiro às escondidas da carteira do pai e da bolsa da mãe. Por isto os eleitores e políticos não se envergonham e nem se arrependem de nada.

- Os drogados e os moradores de Lages me espancam rindo e zombando até quando estou lendo livros.

- A maioria dos lageanos tem certeza que eu seja vagabundo. Espero que o Brasil veja como se maltrata um vagabundo.

- Quando estou lendo o dicionário de língua portuguesa, os lageanos zombam dizendo que estou lendo a Bíblia para se fazer de santinho.

- E quando estou lendo a Bíblia, os lageanos dizem que não mereço ler a palavra de Deus. 

- Em Itajaí e São Joaquim nunca saía para a rua à noite. Em Lages durmo na rua todas as noites.

- Os lageanos dizem que eu durmo na rua para se fazer de coitadinho e se fazer de vítima.

- Em todas as cidades e capitais do sul do Brasil eu dormia em hotéis. 

- Os lageanos também dizem que eu usava máscaras antes da pandemia, para ganhar mais dinheiro.

- Os lageanos acreditam que eu fingia estudar no Colégio Nereu em Itajaí, para ganhar mais dinheiro.

- Os lageanos querem que eu venda até o meu celular.

- Em São Joaquim-SC, eu apanhava de todos os diretores de esportes: Renato Pantera, Luiz Amorim e  Adilson Macari. 

- O Luiz Amorim pagava cerveja para o povo, para ser eleito vereador. O empresario Renato Pantera aparecia poucas vezes na secretaria de esportes. E o lageano diz que eu mereço apanhar porque falo mal de todo mundo.

- Em São Joaquim tinha filho de professora vendendo provas. Os alunos do primário que compravam as provas, eram filhos de comerciantes e empresários da cidade. Todos eles tem vergonha do trabalho que realizo nos semáforos de Lages.

- Nenhum morador de São Joaquim tem vergonha de passear e passar em frente ao casarão da família do prefeito Rogério Tarzan. No seu gabinete e com a ajuda de seus assessores ele sabia fazer desaparecer até os esqueletos de pontes que nunca eram concluídos. Aqui em Lages muitos moradores ainda não sabem onde eu moro e tomo banho, bem na frente do Banco Itaú do bairro Coral.

- Quando muda os prefeitos de São Joaquim, todas as peças de carros, caçamba, tratores da máquina pública  são roubados e depenados. Aqui em Lages sou humilhado dia e noite por peão e patrão.

- Se eu estivesse namorando com a Kelly, filha do vice-prefeito de São Joaquim Rogério Pirata, eu já estaria morto. A Kelly foi assassinada porque namorava o filho de um empresário joaquinense. Aqui em Lages não posso nem olhar para a TV, para ver a Camila Pitanga (que já está bem casada), que os moradores me fuzilam com os olhos, rindo e zombando. 

- A Maria que era esposa de outro vice-prefeito de São Joaquim, mandou um funcionário da prefeitura passar o trator por cima de todos os girrassóis que plantei com o meu salário, no local aonde só havia mato. Em Lages os moradores juram que eu seja vadio.

- A Terezinha Vitória que se vangloriava de seus pecados na cantina do Colégio São José em São Joaquim, morreu dormindo na cama. Foi com ela que os demais funcionários e a secretária Tania Bleyer aprenderam a esconder a merenda e a água para me escravizarem. E os lageanos dizem que eu me faço de coitadinho.

- Em Itajaí tinha uma menina muito linda do primário que estudava a tarde no Colégio Nereu Ramos. Ela sabia esconder vários picolés nas mangas da blusa de inverno (Graças à Deus eu vendia muito bem). Os pais dela são donos de um mercado. Nos mercados de Lages eu sou perseguido e humilhado até pelos seguranças pretos.

- A polícia de várias cidades do Brasil sempre me diziam: tira o seu LIXO daqui seu LIXO. Aqui em Lages não me sinto bem e seguro em lugar nenhum.

- Eu sei o mal que muitas pessoas já me fizeram. O lageano quer fazer coisas muito piores comigo.

- Os lageanos além de poluir todos os rios da cidade, conseguem destruir os meus sonhos.

- Os passarinhos cantam, mas não matam ninguém. E passam a vida toda preso numa gaiola.

- Ninguém atira pedras em árvores que não dão frutos.

- De grão em grão a galinha enche o papo. De papo cheio bota ovos.

- Os países em guerra costumam jogar bombas em escolas, hospitais e igrejas.

- Não sou masoquista para ficar apanhando diariamente em Lages. 

- Etc.

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Capa do Almanaque do Roberto - número 11
27 de Janeiro de 2022
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Capa do Almanaque do Roberto - Número 10
15 de Dezembro de 2021
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Tratamentos, cursos e sonhos.
27 de Novembro de 2021
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01 - Preciso de ajuda para fazer a segunda cirurgia auditiva.

02 - Raspagem da próstata.
03 - Retirar um cisto simples no rim direito.
04 - Preciso ter um lar ou kitinete para morar. 
05 - Mobiliar esse meu lar ou kitinete.
06 - Casar e  constituir uma abençoada família.
07 - Uma horti fruti ou uma loja de materiais de limpeza.
08 - Cirurgia de 15 minutos com um urologista.
09 - Fazer um curso de culinária.
10 - Fazer um curso de horta e jardinagem.
11 - Entrar para uma Universidade Federal Rural.
12 - Estudar a noite para terminar o 2º grau.
13 - Zerar a infecção e o excesso de ácido úrico no sangue.
14 - Uma Kombi personalizada para morar, trabalhar e viajar.
15 - Vender o Almanaque do Roberto nos semáforos para ler, estudar e treinar matemática. 
16 - Aula particular de matemática.
17 - Cursos no Senac, Senar, Senai, etc.
18 - Fazer um curso de primeiros socorros ou enfermagem.
19 - Consultar um urologista. 
20 - Apoio, suporte e incentivo para vender o Almanaque do Roberto.  
21 - Etc.
ATENÇÃO: Faço 10 mil exemplares do Almanaque do Roberto por mês. Quem compra está me ajudando. E quem não compra recebe um exemplar gratuito para ler em casa. Algumas pessoas cordiais,zangadas e agressivas dizem que chegam a receber até cinco exemplares grátis por dia. Sugiro que troquem gratuitamente por outro número. Se você receber o nº 9, pode trocar por qualquer outro número: 4, 5, 6, 7, 8... São mais de cem mil veículos circulando pelas ruas de Lages. Se eu já estou nas ruas com a edição de nº 9, significa que já fiz mais de 90 mil exemplares. Um dos meus sonhos é voltar a vender sorvetes para a sorveteria STRINGARI de Itajaí-SC. Os cursos que eu faço são para adquirir conhecimentos para cuidar da minha família e do meu lar quando tiver.


Por enquanto durmo mal e moro sob ameaças e medo todas as noites na marquise do Banco Itaú, no bairro Coral em Lages-SC. Levanto todos os dias às 05 horas da manhã. E tomo banho de torneira e de mangueira todas as manhãs na calçada do Cartório 4° Ofício de Registro de Imóveis de Lages/SC.

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Capa do Almanaque do Roberto - Número 7
27 de Novembro de 2021
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Capa do Almanaque do Roberto - Número 7 - Conta um resumo da minha história em Navegantes SC

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Almanaque do Roberto - Número 6
27 de Novembro de 2021
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Almanaque do Roberto - Número 6 - Conta um resumo da minha história em Itajaí-SC.

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Capa do Almanaque do Roberto - Número 5
27 de Novembro de 2021
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Capa do Almanaque do Roberto - Número 5 - Conta um resumo da minha história no Colégio São José,São Joaquim SC.

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Capa do Almanaque do Roberto - Número 4
27 de Novembro de 2021
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AGENDA DO ROBERTO.
24 de Março de 2021
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AGENDA DO ROBERTO  EM  DEZEMBRO  (31 DIAS) :  
- Aula de violão no SESC (Centro Cultural Vidal Ramos) todas as segundas e quartas as 09:00 da manhã. De 26/04 até 10/12/2021. Já paguei R$ 712,00 (setecentos e doze reais) adiantados.  (FUI EXPULSO DO CURSO DE VIOLÃO, POR FEMINICÍDIO E PEDOFILIA, CONFORME PALAVRAS DOS FUNCIONÁRIOS (AS) DO SESC, QUE USAM O ELEVADOR DOS DEFICIENTES FÍSICOS AO INVÉS DE SUBIR AS POUCAS ESCADAS DO LOCAL. E APANHEI DE UM FUNCIONÁRIO PRETO E RECEBI MUITAS AMEAÇAS PARA NÃO PISAR MAIS NO SESC). 
- Curso de Cuidador de idosos do CEBRAC de Lages. Todos os sábados das 13: as 16:00. Início dia 26/06/2021 até 26/04/2022. Total R$ 2.268,00 (dois mil e duzentos e sessenta e oito reais).
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CURIOSIDADES : 
- Em Lages - SC, entreguei as chaves do HOTEL CENTAURO no dia 17/06/2020.  Paguei um total de R$ 9.926,00 (nove mil e novecentos e vinte e seis reais) no hotel Centauro de  17/11/2019 até 17/06/2020.
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- Estou morando nas ruas de Lages - SC desde o dia  17/06/2020.
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- Na tarde quente do dia 21 de agosto de 2020 e sob a temperatura de 19 graus a prefeitura de Lages, a defesa civil e a polícia  interditaram a minha barraca de camping onde eu morava confortavelmente em frente ao Senac e ao lado da rodoviária.
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Exames Toxicológicos
21 de Janeiro de 2021
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1º Exame Toxicológico - 2020 : 
No começo de "2020" eu fiz o 1º  exame toxicológico no Laboratório Floriani, Rua Lauro Muller, 141 - Centro, Lages - SC.  Os exames revelaram que não uso nenhum tipo de drogas legais ou ilegais. Esse laboratório fica na frente da  delegacia de polícia de Lages.
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2º Exame Toxicológico - 2021 : 
No começo de "2021" eu fiz o 2º exame toxicológico no Laboratório Floriani, Rua Lauro Muller, 141 - Centro, Lages - SC. Os exames revelaram que não uso nenhum tipo de drogas legais ou ilegais. Esse laboratório fica na frente dessa delegacia de polícia de Lages. Uma vez saiu na imprensa que todas as lojas ao redor dessa delegacia foram roubadas e arrombadas.
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3º Exame Toxicológico - 2022 : 
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SOCORRO
21 de Janeiro de 2021
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Segunda-feira, 26 de julho de 2021 - Esta foto não foi feita na PRAIA DE ABRICÓ-RJ. Foi gravada hoje de manhã no banheiro feminino ou das bailarinas no Centro Cultural Vidal Ramos SESC em Lages-SC. Esta foto vai ser a capa da próxima edição do Almanaque do Roberto, só para a cidade de Lages. Eu quero voltar a vender o meu jornalzinho antigo cheio de variedades e curiosidades. Esta foto foi gravada depois que fui bastante ameaçado tomando banho neste Domingo na calçada do Tio Ale Automóveis, no bairro Coral em Lages. Tudo foi gravado pelas câmeras do Banco SICREDI e demais vizinhos.

Chegaram até pessoas com armas na cintura. Sob ameaças e truculências, mandaram eu vazar com a minha bicicleta. Pediram até para eu sair correndo sem olhar para trás, me chamando de vagabundo, pilantra, safado, etc. 
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Quarta-feira, 28 de julho de 2021 - Nesta data apanhei e fui expulso do Centro Cultural Vidal Ramos SESC de Lages SC às 7 horas da manhã: sob socos, tapas, empurrões, chutes, cárcere privado, ameaças, humilhações, etc. Eles alegam para as demais pessoas que foi por causa dessa foto, em frente ao banheiro onde antes era a minha sala de aula no curso de violão. E para mim eles dizem que me expulsaram por FEMINICÍDIO E PEDOFILIA.

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Lages- SC, Quinta-feira, 09 de abril de 2020 

 

 

LAGES - SC : na pandemia do coronavírus eu estou em Lages. Ao invés de comprar o meu Almanaque do Roberto, aqui as pessoas me humilham, me ameaçam, me ofendem, me chamam de safado, filha da puta, sem vergonha, etc. Eu me sinto atacado pelo CORONALAGES. 


BLUMENAU-SC : durante o incendio na boate de Santa Maria-RS, eu estava vendendo o Almanaque do Roberto, no centro de Blumenau. E vendi bastante. Eu vendia para quem comprava. E doava um exemplar do meu jornalzinho para quem NÃO comprava.


JOINVILLE-SC : quando as torres de Nova Iorque (EUA), foram derrubadas por aviões, eu estava vendendo o meu jornalzinho pelas ruas de Joinville. E vendi bastante. Eu vendia para quem comprava. E doava um exemplar do meu jornalzinho para quem NÃO comprava.

 

VACA LOUCA : quando surgiu o episódio da vaca louca no Brasil, eu estava vendendo o Almanaque do Roberto em várias cidades do interior do Estado do Rio Grande do Sul, onde milhares de vacas doentes e sadias foram sacrificadas nas fazendas. E os carros e ônibus eram parados em barreiras do exército para desinfetar os pneus. E vendi bastante. Eu vendia para quem comprava. E doava um exemplar do meu jornalzinho para quem NÃO comprava.


GRIPE SUÍNA - quando surgiu o  H1N1, eu estava vendendo o meu jornalzinho em várias cidades do Sul do Brasil. Antes de surgir esta gripe, eu já usava máscara, por causa de meus problemas respiratórios. Eu comprava as máscaras em casas de produtos agropecuários. Eu usava uma máscara descartável por semana. A noite eu lavava a máscara com água e sabão e deixava secando, para ser usado durante o dia nas ruas para vender o meu jornalzinho.  E vendi bastante. Eu vendia para quem comprava. E doava um exemplar do meu jornalzinho para quem NÃO comprava.

 

Etc.

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FOTOS DO ROBERTO : https://www.facebook.com/www.robertocarlosmoreira.com.br/photos_by

VÍDEOS DO ROBERTO : https://www.facebook.com/www.robertocarlosmoreira.com.br/videos



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Aqui em Lages-SC, estou morando na marquise do Banco Itaú (Av. Pres. Vargas, 1604. Bairro Coral)
18 de Janeiro de 2021
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Esta é a capa do Almanaque do Roberto que eu distribui gratuitamente em todas as casas e lojas  de Lages-SC. Fiquei o mês de maio e junho de 2021 percorrendo todos os bairros de Lages, entregando quase 50 mil  jornalzinho de graça de casa em casa. Colocava debaixo de portas de casas, apartamentos e lojas. Em Lages-SC, publiquei no meu jornalzinho que moro na marquise do Banco Itaú, no Bairro Coral.
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Só Deus é bom (Mc 10,17-27)
07 de Janeiro de 2021
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Esta é a capa do ALMANAQUE DO ROBERTO que eu vendi muito bem em todo o sul do Brasil. Era um jornalzinho de variedades e utilidade pública. Não tinha nada sobre a minha vida pessoal ou saúde. Antes da pandemia eu usava máscaras.      
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ANTES DA PANDEMIA do Covid-19 eu já usava máscaras. Antes da Gripe H1N1 eu vendia o meu abençoado Almanaque do Roberto de máscara. Antes da doença da vaca louca eu vendia o meu jornalzinho usando máscara. A foto acima era a capa do meu jornalzinho. Eu vendi o meu jornalzinho em todo o sul do Brasil. Eu vendia tão bem, que distribuía gratuitamente para quem não comprava. Eu lavava a minha máscara todas as noites com água e sabão para usar no dia seguinte. Trocava de máscara uma vez por semana. Eu descartava e ainda descarto as máscaras no LIXO. Nunca descartava em rios, lagos, lagoas, mangues e mares.
Agora o Brasil e o mundo todo está usando máscaras. Quando só eu usava máscaras vendendo o meu jornalzinho, a polícia puxava e soltava máscara na minha cara. E ainda davam risadas. As minhas máscaras eram compradas nas casas agropecuárias. Aquelas máscaras machucavam até os meus olhos quando a polícia puxava e soltava no meu rosto. A polícia e os covardes diziam que eu usava máscara para ganhar dinheiro. Os covardes passavam de carro por mim fazendo abertamente ATCHIM, ATCHIM, ATCHIM...

LAGEANÊS : para o lageano eu vendia o meu jornalzinho de máscara para vender mais. O lageano alega que eu usava máscara, para ganhar mais dinheiro (EU SOU PROIBIDO DE GANHAR DINHEIRO). O lageano também alega que eu usava máscara para se fingir de doente.
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1 - Colégio Nereu Ramos, em Itajaí SC.
07 de Janeiro de 2021
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ITAJAÍ SC  -  De São Joaquim - SC,  fui morar e trabalhar e estudar nas praias e no Colégio Nereu Ramos  em Itajaí SC. Fui tentar a sorte vendendo sorvetes e picolés para a sorveteria Stringari. Vendia muito bem puxando dois carrinhos cheios nas areias e praias de Itajaí, Navegantes e na frente do Colégio Nereu Ramos. Eu vendia sorvetes e picolés brincando. No ano novo eu até dizia olhe o picolé e o sorvete do ano passado. E assim mesmo eu vendia tudo.  Comprei até uma máquina de lavar roupas. E um grande  freezer para estocar os sorvetes e picolés. A transferência da minha matrícula escolar chegou pelos correios no Colégio Nereu Ramos. Quando eu vendia só sorvetes e picolés na frente desse colégio, era permitido trabalhar e estudar. No inverno e no verão. Na frente do Colégio Nereu Ramos, um policial militar "lageano" com cara de cachorro do mato foi transferido de São Joaquim para Itajaí. Esse PM aparecia todos os dias de "farda" na entrada da escola. Eu conversava e sorria ingenuamente para ele. Eu estava crescendo, ganhando muito dinheiro e esse PM aparecia todos os dias. Depois que comprei um carrinho de pipocas, comecei a vender mais que a cantina do Colégio Nereu Ramos : água mineral, refrigerantes, pastel, coxinha e salgadinhos da Elma Chips...  Vendendo mais que a cantina do meu Colégio, os problemas e as perseguições começaram. Assim que os problemas começaram, esse  PM lageano desapareceu, evaporou, sumiu, se escafedeu... Eu vendia de manhã e a tarde. A noite eu estudava nesse colégio. Começaram a exigir uniforme, meia, tênis, camiseta. Eu providenciava o que eles exigiam,  mas apareciam outros problemas que nem chiclete. Chamaram até a polícia para procurar drogas no meu carrinho de pipocas. A prefeitura apreendeu o meu carrinho de pipocas 3 VEZES com alvará em dia. A prefeitura de Itajaí e o Colégio Nereu Ramos alegavam que o meu alvará era para ambulante. E que ambulante tinha que circular, e não ficar parado na frente do colégio (Eu aproveitava o tempo sem clientes, para treinar matemática). Os policiais da PM que faziam a escolta do caminhão da secretaria de obras municipal, começaram a me chamar de LOUCO. Os PMs riam, zombavam e diziam : "Ele não reage e nem avança nos fiscais. Fica só rindo. Deve ser louco, retardado e maluco." Um órgão dentro da prefeitura de Itajaí, me mostrou várias fotos do meu carrinho na frente do colégio. A direção do colégio e o professor LUIZINHO da cantina   diziam que eu não tinha família para sustentar. Que eu não tinha filhos (as) para criar. Que eu não tinha prestação de carro para pagar. Que eu fingia que estudava só para ganhar dinheiro na frente da escola. Que não era mais para aparecer na escola nem para estudar e nem vender mais nada. Eu disse para a direção que voltaria a vender só picolés e sorvetes, mas não aceitaram. Eu nunca vendia fiado para nenhum aluno, pais ou professor (a). Com medo, assustado e amedrontado, comecei a vender fiado. Vendendo fiado, fiquei sem dinheiro para comprar mais mercadorias para vender, comprar material e uniforme escolar e pagar o boleto da mensalidade desse colégio estadual. Não voltei mais para vender, estudar e nem se incomodar mais com as perseguições. E doei o meu freezer novo para a APAE de Itajaí. OBS : se eu continuasse fingindo estudar, eu podia estar bem  formado e casado há muito tempo.

 

 

LAGEANÊS - para os lageanos eu sou culpado de tudo. Eu falo mal de todo mundo. Nunca ganhei dinheiro trabalhando. Os lageanos acreditam que realmente eu fingia estudar só para ganhar dinheiro (EU SOU PROIBIDO DE GANHAR DINHEIRO). Os lageanos me culpam das coisas ruins que me aconteceram. Para os lageanos, eu também sou culpado das coisas ruins que as pessoas me fizeram. Para os lageanos, eu fingia vender picolé nas praias, só para ficar olhando as mulheres de biquíni. Para os lageanos eu era o pior vendedor da sorveteria Stringari de Itajaí.

 

 



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2 - Colégio São José, em São Joaquim - SC.
07 de Janeiro de 2021
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SÃO JOAQUIM SC  -  Eu  trabalhei na biblioteca do Colégio São José, em São Joaquim - SC. Ficava dia e noite conhecendo os livros. De domingo a domingo (manhã, tarde e noite). E nunca ficava nas ruas, bares, botequins e esquinas conhecendo as pessoas.  Por causa do trabalho na biblioteca, eu não tinha feriados, fins de semana, baladas, etc. Além da biblioteca,  eu fazia a  limpeza de banheiros, pátio e salas de aulas por falta de funcionários estaduais da limpeza. Eu pedi para a irmã Marli (diretora geral) que me tirasse da biblioteca, e me escalasse só para a limpeza de salas,  banheiros e pátio para eu aproveitar melhor os feriados e fins de semana. Ela não deixava eu sair da biblioteca.  E nenhuma funcionária bem pagas do Estado me ajudava na limpeza da biblioteca : encerar, lustrar, limpar , manter bem  organizada, lotada, etc.  O meu pequeno salário era de  funcionário municipal. Eu assumi sozinho a limpeza da biblioteca, porque as funcionárias bem pagas do Estado alegavam e reclamavam que a biblioteca estava sempre lotada. Para elas a biblioteca lotada de alunos (as), significava muita sujeira e bagunça. Que eu teria que deixar portas e janelas sempre fechadas, para deixar a biblioteca vazia e limpa.  Mesmo eu ajudando as funcionárias bem pagas do Estado na limpeza de salas, banheiros e pátio, elas escondiam a merenda escolar e quebravam o registro de água para eu não tomar banho todas as manhãs antes do trabalho. As funcionárias me escravizavam através da merenda escolar. E no fim do ano, sem nenhuma supervisão de ninguém, as funcionárias doavam toda a merenda escolar que sobrava, para um carroceiro alimentar os seus porcos. 



LAGEANÊS - para o lageano eu nunca trabalhei na vida. Eu como igual à  porco nos restaurantes e nas padarias de Lages. Deixo o banheiro da rodoviária, padarias e restaurantes de Lages  tudo sujo e as paredes cagadas. Eu deixava a biblioteca escolar em desordem e suja. Eu mantinha as portas e janelas da biblioteca sempre fechadas para não fazer nada na vida. Eu jogava os alunos (as) pela janela da biblioteca... 

 



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