ALMANAQUE DO ROBERTO



Página de recados de Roberto Carlos


Foto feita na época em que o Roberto FINGIA estudava no Colégio Nereu Ramos, em Itajaí-SC.
12 de Junho de 2011
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Amigos (as) de Itajaí - SC : 


Amigos (as) de São Joaquim - SC:


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A VIASITE concretizou em 2013 uma fusão com a empresa WNET INTERNET.

 

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Pai Nosso


Pai Nosso que estais nos Céus, santificado seja o vosso Nome, venha a nós o vosso Reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do Mal. Amém

 

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Amigos de São Joaquim - SC : www.facebook.com/almanaquedoroberto


EDITORIAL - Eu não tenho apoio de ninguém para realizar os meus TRATAMENTOS, CURSOS E SONHOS. As pessoas preferem me chamar de vagabundo, malandro, sem vergonha, safado, etc.Tá mais fácil eu virar MENDIGO E MORADOR DE RUA.Eu só tenho como amigos os LIVROS.Os livros são os meus melhores amigos.Os livros nunca me fizeram mal.E eu nunca fiz mal aos livros.

 

 
ATENÇÃO : Nas ruas de Lages estão roubando o meu BANNER de R$ 70,00 cada um. Em plena luz do dia, nas avenidas movimentadas.


CURIOSIDADE : Quando eu usava máscara, me caçavam dia e noite em todas as cidades do Brasil. Era muito difícil encontrar hospedagem nos hotéis, por causa da minha máscara. E o  tratamento do meu problema respiratório era tão simples. Só precisei fazer exames de sangue. Nem precisei de cirurgia. Algumas pessoas alegam que eu ganhei dinheiro, por causa da máscara. Os méritos nunca são da gente. Eu nunca usei os meus problemas de saúde, para ganhar dinheiro. E nunca publiquei os meus problemas de saúde no meu Almanaque do Roberto. Eu criei o ALMANAQUE DO ROBERTO, para ganhar dinheiro. Os meus TRATAMENTOS, CURSOS E SONHOS, sempre foram publicados no meu site. Nunca no meu jornalzinho.

 

VALORIZE O MEU TRABALHO

1 - Eu trabalhava de Domingo a Domingo, acordando  as 07 horas da manhã na biblioteca escolar do Colégio São José, em São Joaquim-SC. E ainda fui escravo dos demais funcionários (as).

2 - Eu trabalhava de Domingo a Domingo, acordando  as 07 horas da manhã  vendendo sorvetes e picolés nas praias de Navegantes e Itajaí-SC. Fui o melhor vendedor da Sorveteria Stringari, durante várias temporadas. Eu era aquele que dizia no Ano Novo : "Olhe o picolé, é do ano passado."  " Vai um picolé hoje ? Hoje não, só amanhã."

3 - E atualmente trabalho de Domingo a Domingo, acordando as 05 horas da manhã com as vendas do meu abençoado Almanaque do Roberto, em todo o Brasil (se eu virar morador de rua, não vou mais acordar cedo).

 

 
GOIÂNIA - GO -  Resumo : Eu doei  um bom dinheiro para uma entidade de São Joaquim - SC, achando que as pessoas iriam me tratar com mais amor, carinho e respeito na capital de Goiás. Fiquei sem nada na minha poupança. E as ofensas, humilhações e perseguições  continuaram com mais intensidade nos semáforos.  Após a minha grande doação para uma entidade joaquinense, os moradores de Goiânia me transformaram em MENDIGO e MORADOR DE RUA. Ninguém comprava o meu ALMANAQUE DO ROBERTO. Para ver se o problema era EU ou o meu Almanaque do Roberto, passei a vender sorvetes e picolés nas ruas de Goiânia. Nem sorvetes e picolés eu conseguia vender. Os moradores boicotavam tudo o que eu vendia. Os moradores de Goiânia, diziam que a minha doação para uma entidade, era tudo mentira ou farsa. Por causa da minha aparência, os donos de restaurantes me tratavam como cachorro de rua : não deixavam eu entrar nos restaurantes; a sentar com os demais clientes; etc. Nem barba eu fazia mais, por falta de energia para carregar o barbeador pelas ruas.  Então eu pedi o dinheiro de volta depois de uns 3 meses de miséria, necessidades e muito sofrimento.

 

LAGES-SC - Resumo :  Aqui em Lages as humilhações, perseguições e ofensas continuam. Agora as pessoas alegam que é porque eu peguei o meu dinheiro de volta. Nos semáforos de Lages as pessoas não olham para mim. Zombam da gente. Ficam encarando e olhando torto. Mandam eu trabalhar. Me chamam de vagabundo, sem vergonha, pilantra, etc. Chamam o meu TRABALHO de MALANDRAGEM.  Algumas pessoas ameaçam me bater. Os motoristas só botam o cinto de segurança, quando me olham nos semáforos. Fecham os vidros do carro na minha cara. Eu consegui zerar o excesso de ácido úrico no meu sangue. E ao invés de dinheiro as pessoas me oferecem propositadamente tudo o que foi proibido pelos meus médicos : balas, doces, pirulitos, chocolate, paçoca,  guloseímas, macarrão, leite, Etc. Os filhos deles não podem aceitar coisas de estranhos. E porque eu devo aceitar coisas de estranhos ? 

 

 
ITAJAÍ - SC -  Durante várias temporadas eu  fui o melhor vendedor de picolés e sorvetes da Sorveteria STRINGARI, em Itajaí-SC. Era uma época muito boa para se vender sorvetes nas praias. Hoje em dia o tempo e a temperatura mudaram muito. E no inverno, durante a baixa temporada, eu vendia sorvetes e picolés na porta do Colégio Nereu Ramos. Eu também estudava a noite no Colégio Nereu Ramos. Quando eu me formei ou entrei para o segundo grau, fui aplaudido de pé por todos os alunos. Com o dinheiro dos sorvetes e picolés, mandei uma metalúrgica construir o carrinho de pipocas mais bonito e moderno de Itajaí. Com o carrinho de pipocas, comecei a vender mais que a cantina da escola : água mineral, refrigerantes, pastel, coxinha, salgadinhos, etc. Por causa disto a direção e a família do dono da cantina, começaram a me perseguir. Fizeram a polícia a procurar drogas no meu carrinho de pipocas. Começaram a exigir uniforme escolar. Começaram a me proibir de estudar. Diziam que eu fingia que estudava, para ganhar dinheiro na frente da escola,etc. Eu resolvia o problema do uniforme escolar, aparecia outro problema. A mensalidade da escola eu pagava em dia. A prefeitura e a polícia levaram o meu carrinho de pipocas, por várias vezes. Eu nunca fugia e nem se  escondia, porque eu tinha o ÁLVARA anual da prefeitura. A foto do carrinho deve estar nos arquivos da prefeitura. Quem levava o carrinho de pipocas, era o caminhão da Secretaria de Obras. E quem fotografou o meu carrinho, foram alguns homens escondidos numa Kombi da Secretaria da Fazenda. Sem o carrinho de pipocas, não voltei mais para a escola. A direção não permitia que eu estudasse ou vendesse qualquer coisa na frente da escola. Quando eu vendia na frente da escola, era mais fácil de estudar e fazer os deveres da escola ou de casa. Voltei a vender sorvetes e picolés nas praias. Encontrei um excelente ponto para vender sorvetes e picolés, na fila do ferry-boat. Paguei o alvará na prefeitura de Navegantes. Eu tinha a permissão da prefeitura para vender sorvetes na fila do ferri-boat. Mas o segurança da prefeitura me ameaçava e me perseguia o dia inteiro,  todos os dias. Foram vários meses de ameaças e intimidações. Quando o segurança derrubou o meu carrinho, os picolés e sorvetes se esparramaram pelo chão. Ele começou a pisotear tudo que estava ao chão. Joguei tudo no lixo. Devolvi o carrinho para a sorveteria. E comecei a pedir esmolas por várias cidades (Antes de virar mendigo de cidade em cidade, eu doei o meu grande freezer  para a APAE DE ITAJAÍ. E nunca pedi o freezer de volta). Eu escrevia várias frases em pequenas cartolinas, da seguinte maneira : "ME AJUDE A TER UM LAR PARA MORAR. COLABORAÇÃO ESPONTÂNEA : R$ 0,01 - R$  0,05 - R$  0,10 - R$  0,25 - R$  0,50 - R$  1,00 - Etc."   Eu não falava com mais ninguém. Não confiava em mais ninguém. Só voltei a falar com as pessoas, quando eu criei o meu abençoado ALMANAQUE DO ROBERTO.  

 

SÃO JOAQUIM - SC - Quando eu comecei a pedir esmolas, eu passei por São Joaquim. Eu estava de barba. Uma barba muito bonita. Eu deixei a barba crescer, porque o prestobarba estava deixando muitas cicatrizes no meu rosto. Eu fazia a barba com sabonete e prestobarba. Pois eu ainda não tinha dinheiro para comprar um barbeador elétrico. Devido as perseguições policiais de cidade em cidade, eu usava a minha carteira de identidade, como crachá. Assim mesmo eu fui assaltado e torturado dentro da antiga delegacia por vários policiais militares de São Joaquim. Eles disseram rindo e debochando, que não me reconheceram por causa da barba. Eles usaram até a minha carteira de trabalho, para bater na minha cara. Os meu lábios começaram a sangrar. O professor Galeno foi quem bateu e cortou os meus lábios com a carteira de trabalho. E o policial mais forte era o que mais me batia nos músculos da perna e da barriga com um cassetete. A família dele que veio de fora não tinha nada. Em pouco tempo, a família desse policial  já tinha a maior padaria da cidade. Os PMs cheiraram as palmas das minhas mãos, e afirmaram rindo e debochando que eu era USUÁRIO DE DROGAS ( até os dias de  hoje eu não bebo cerveja ,cachaça,pinga, conhaque  e nem fumo cigarros legais e ilegais).  Alguns desses PMs já foram alunos do Colégio São José. Eram alunos que gazeavam ou faziam badernas dentro e fora da escola. Por isto eu criei a frase : FUGITIVOS DA ESCOLA.

 

SERRA NEGRA - SP -  Pedindo esmola de cidade em cidade, fui parar em Serra Negra. Nesta cidade eu fui assaltado por policiais militares. E depois fui despejado atrás de um cemitério, de uma cidade vizinha, pela ambulância da prefeitura de Serra Negra. Os PMs roubaram todo o dinheiro que estava guardado no guarda volumes, de uma empresa de ônibus na rodoviária.

 

 
PINDAMONHANGABA-SP - Nesta cidade nasceu o político Geraldo Alckmin, acusado de roubar até merenda escolar. Nesta cidade eu fui assaltado pelo delegado e pelos guardas municipais. Os guardas municipais ficaram com o meu dinheiro. E o delegado ficou com quase 500  cartões telefônicos da Oi, que eu comprava para revender. Ele alegou que os cartões telefônicos eram contrabandeados do Paraguai. Por causa desses bandidos, eu apelidei a cidade de PINGAMONHANGABA. 

 

CONCÓRDIA-SC -  Nesta cidade eu já não era mais mendigo. Eu já estava vendendo o meu ALMANAQUE DO ROBERTO. Nesta cidade eu passei uma semana varrendo de graça as ruas da cidade, para mostrar aos moradores locais, que a polícia iria continuar me importunando, sem vender nada.  Os policiais inclusive passaram por mim dizendo : "VARRA BEM TUDO ISSO AÍ SEU MERDA."  Varrendo as ruas de Concórdia, nenhum morador me ofereceu água, comida e nem dinheiro.

 

FLORIANÓPOLIS-SC -  Eu fui assaltado a noite no meu quarto dentro do HOTEL AQUARIUS. A janela do meu quarto, ficava no primeiro andar, de frente para um prédio habitado. Todos os hotéis exigem que eu pague o quarto adiantado. Eu abaixei as persianas, e já estava enrolado numa toalha de banho. Escutei uma batidas incessantes na porta do meu quarto. Ao abrir a porta, um assaltante empurra o recepcionista para dentro do meu quarto. Ele usava uma faca enferrujada em forma de revólver. Eu lutei com ele pelado. Segurando ele por trás a minha toalha caiu. Eu pedi para o recepcionista meio idoso, pedir ajuda ou socorro. O socorro nunca chegou. Então soltei ele, e corri pelado pelos corredores do hotel, e fui se esconder na sala de café do hotel. O hotel estava cheio de câmeras na entrada e corredores. Deve ter filmado eu pelado, se escondendo na sala de café. E na esquina do hotel, tem uma câmera zoom com alcance de 4 km da PM. No dia seguinte o dono do hotel não pediu desculpas e nem ofereceu apoio. E quando eu fui pagar a segunda diária, para passar mais uma noite, ele devolveu todo o meu dinheiro, pedindo para eu sair do hotel. Ele alegou que eu estava difamando o nome do hotel, escrevendo tudo no meu site. E por telefone para o repórter Roberto Salum, da TV Record, ele reconheceu que eu fui assaltado dentro do hotel. Mas mandou eu sair, porque eu não tinha dinheiro para pagar mais uma diária. E não quis falar mais nada, sem advogado. O dinheiro da primeira diária ele nunca devolveu. A segunda diária ele devolveu e mandou eu procurar outro hotel, após o assalto. O Hotel Aquarius fica na Rua João Cruz e Silva, 106 - Estreito.



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