ALMANAQUE DO ROBERTO



Página de recados de Roberto Carlos


Foto feita na época em que o Roberto FINGIA que estudava no Colégio Nereu Ramos, em Itajaí-SC
12 de Junho de 2011
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Pai Nosso


Pai Nosso que estais nos Céus, santificado seja o vosso Nome, venha a nós o vosso Reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do Mal. Amém

 

Santo Anjo

 
Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, se a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, me guarda, me governa me ilumina. Amém

 

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MUTIRÃO DO ÓDIO


Não tenho apoio, incentivo e nem suporte de ninguém para realizar os meus Tratamentos, Cursos e Sonhos.
As pessoas preferem me chamar de vagabundo, malandro, sem vergonha, safado, etc.
Tá mais fácil eu virar Mendigo e Morador de Rua.
Eu só tenho como amigos os Livros.
Os livros são os meus melhores amigos.
Os livros nunca me fizeram mal.
E eu nunca fiz mal aos livros. 
Daí-me Fé, Saúde e Sabedoria. Amém !


EU PENSO, LOGO EXISTO : Era muito difícil encontrar hospedagem nos hotéis, por causa da minha máscara. O meu problema respiratório ainda não tem cura. Mas o  tratamento era tão simples. Só precisei fazer exames de sangue. Nem precisei de cirurgia. Sem a máscara não desperdiço mais água clorada e tratada para lavar o nariz e a máscara.
Nunca usei os meus problemas de saúde, para ganhar dinheiro. Sempre publiquei os meus tratamentos, cursos e sonhos somente no meu site. Nunca publiquei os meus problemas de saúde no meu Almanaque do Roberto. Criei o Almanaque do Roberto, para ganhar dinheiro. E não para ser escravo do dinheiro.


AINDA NÃO ESTOU COLHENDO O QUE PLANTEI

- Doei um freezer para Apae de Itajaí-SC.
- Distribui gratuitamente o meu Almanaque do Roberto, em todos os lares de São Joaquim-SC.
- Eu levava centenas de crianças para treinar futebol e volei  de graça no ginásio público de esportes de São Joaquim-SC. Em troca eu era perseguido e apanhava de todos os diretores de esportes da cidade.
- Eu comprava e dava  bolas de graça para as crianças e escolas de São Joaquim-SC.
- Doei centenas de brinquedos para uma escola ou orfanato que fica entre Canoinhas-SC e Três Barras-SC.
- Uso o Almanaque do Roberto, para divulgar a cidade mais visitada do Brasil. Divulgando a Cidade Maravilhosa, ajudo a melhorar a vida de milhares de pessoas. Nunca  serei reconhecido pelos eleitores, governadores, deputados, senadores, prefeitos e vereadores daquela cidade.
- Comprei 300 bíblias para serem doados aos presos de Itajaí-SC. Etc.

VALORIZE O MEU TRABALHO

1 - Eu trabalhava de Domingo a Domingo, acordando  as 07 horas da manhã na biblioteca escolar do Colégio São José, em São Joaquim-SC. E ainda fui escravo dos demais funcionários (as), através da merenda escolar. Por conta dessa escravidão, eu conseguia terminar o meu trabalho na biblioteca (limpeza, organização e demais serviços), todos os dias  só depois da meia noite.

2 - Eu trabalhava de Domingo a Domingo, acordando  as 07 horas da manhã  vendendo sorvetes e picolés nas praias de Navegantes e Itajaí-SC. Fui o melhor vendedor da Sorveteria Stringari, durante várias temporadas.

3 - Atualmente trabalho de Domingo a Domingo, acordando as 05 horas da manhã com as vendas do meu abençoado Almanaque do Roberto, em todo o Brasil.

GOIÂNIA  GO -  Resumo : Doei  um bom dinheiro para uma entidade de São Joaquim - SC, achando que as pessoas iriam me tratar com mais amor, carinho e respeito na capital de Goiás. Fiquei sem nada na minha poupança. As ofensas, humilhações e perseguições  continuaram com mais intensidade nos semáforos.  Após a minha doação para uma entidade joaquinense, os moradores de Goiânia me transformaram em Mendigo e Morador de Rua. Ninguém comprava o meu Almanaque do Roberto. Para ver se o problema era EU ou o meu Almanaque do Roberto, passei a vender sorvetes e picolés nas ruas de Goiânia. Nem sorvetes e picolés eu conseguia vender. Os moradores boicotavam tudo o que eu vendia. Os moradores de Goiânia, diziam que a minha doação para uma entidade, era tudo mentira ou farsa. Paguei 3 anúncios nos jornais locais com a minha foto e o endereço do meu site, para as pessoas me ajudarem. Paguei estes anúncios para ficar menos tempo nos semáforos, e ficar mais tempo fazendo tratamentos e cirurgias nas clínicas. Por causa da minha aparência, os donos de restaurantes me tratavam como cachorro de rua : não deixavam eu entrar nos restaurantes; nem a sentar com os demais clientes; etc.
No Natal eu desejava Feliz Natal, para os motoristas que paravam nos semáforos com os vidros do carro fechado. E acomodados em seus carros os motoristas ignorantes respondiam bruscamente com gestos de Não, com a cabeça e com os dedos da mão.
No Ano Novo, os motoristas covardes e com os vidros do carro fechado, também não ouviam o meu desejo de Feliz Ano Novo. 

LAGES  SC - Resumo :  Aqui em Lages as humilhações, perseguições e ofensas continuam. Agora os covardes alegam que é porque eu peguei o meu dinheiro de volta.  
Eu tinha doado 134.725,86 (centro e trinta e quatro mil reais para uma entidade de São Joaquim-SC). 
Foi devolvido cento e dez mil reais. E descontados cinco mil reais de indenização de danos morais para esta entidade e mais  15 % de honorários  para o advogado da entidade. Atenção : este fato não foi publicado pelo Correio Lageano e nem pelo São Joaquim Online. 
Nos semáforos de Lages os covardes não olham para mim. Zombam da gente. Ficam encarando e olhando torto. Mandam eu trabalhar. Me chamam de vagabundo, sem vergonha, pilantra, safado, etc. Chamam o meu Trabalho de Malandragem.  Os covardes ameaçam me bater. Os motoristas covardes  só botam o cinto de segurança, quando me olham nos semáforos. Fecham os vidros do carro na minha cara. Os covardes tem Carrão, mas não tem Educação.
Já que os covardes de Lages vão me transformar em Mendigo e Morador de Rua, vou aproveitar para ler bastante e treinar matemática nos semáforos. Consegui zerar o excesso de ácido úrico no meu sangue. E ao invés de dinheiro os covardes me oferecem propositadamente tudo o que foi proibido pelos meus médicos : balas, doces, pirulitos, chocolate, paçoca,  guloseímas, macarrão, leite, Etc. Os filhos deles não podem aceitar coisas de estranhos. E porque eu devo aceitar coisas de estranhos ?

ITAJAÍ  SC -  Durante várias temporadas fui o melhor vendedor de picolés e sorvetes da Sorveteria Stringari, em Itajaí-SC. Era uma época excelente para se vender sorvetes nas praias. Hoje em dia o tempo e a temperatura mudaram muito. No inverno, durante a baixa temporada, eu vendia sorvetes e picolés na porta do Colégio Nereu Ramos. Eu também estudava a noite no Colégio Nereu Ramos. Quando me formei ou entrei para o segundo grau, fui aplaudido de pé por todos os alunos. No ano seguinte com o dinheiro dos sorvetes e picolés, mandei uma pequena metalúrgica construir o carrinho de pipocas mais bonito e moderno de Itajaí. Com o carrinho de pipocas, comecei a vender mais que a cantina da escola : água mineral, refrigerantes, pastel, coxinhas, salgadinhos, etc. Por causa disto a direção e a família do dono da cantina da escola, começaram a me perseguir. Fizeram a polícia a procurar drogas no meu carrinho de pipocas. Começaram a exigir uniforme escolar. Começaram a me proibir de estudar. Diziam que eu fingia que estudava, para ganhar dinheiro na frente da escola (Se eu continuasse fingindo que estudava, eu já estaria bem formado e casado há muito tempo). Eu resolvia o problema do uniforme escolar, aparecia outro problema. Alegaram até que eu não tinha *filhos para sustentar, prestações de carro para pagar, etc.  A mensalidade da escola eu pagava em dia. A prefeitura e a polícia levaram o meu carrinho de pipocas, por várias vezes. Eu nunca fugia e nem se  escondia, porque eu tinha o alvará anual da prefeitura. A foto do carrinho deve estar nos arquivos da prefeitura. Quem levava o carrinho de pipocas, era o caminhão da Secretaria de Obras. E quem fotografou o meu carrinho, foram alguns homens escondidos numa Kombi da Secretaria da Fazenda. E os PMs ficavam zombando e rindo da gente.  Sem o carrinho de pipocas, não voltei mais para a escola. A direção não permitia que eu estudasse ou vendesse qualquer coisa na frente da escola. Quando eu vendia na frente da escola, era mais fácil estudar e fazer os deveres da escola ou de casa. Voltei a vender sorvetes e picolés nas praias. Encontrei um excelente ponto para vender sorvetes e picolés, na fila do ferry-boat. Paguei o alvará anual na prefeitura de Navegantes. Eu tinha a permissão da prefeitura para vender sorvetes na fila do ferri-boat. Mas o segurança ilegal  da prefeitura me ameaçava e me perseguia todos os dias o dia inteiro. Foram alguns meses de ameaças e intimidações. Quando esse segurança não cadastrado na PF derrubou o meu carrinho, os picolés e sorvetes se esparramaram pelo chão. Ele começou a pisotear tudo o que estava ao chão. Joguei tudo no lixo. E devolvi o carrinho para a sorveteria Stringari. Comecei a pedir esmolas por várias cidades. Antes de virar mendigo de cidade em cidade, doei o meu grande freezer  para a Apae de Itajaí. Nunca pedi o freezer de volta.
Eu escrevia várias frases em pequenas cartolinas, da seguinte maneira : "ME AJUDE A TER UM LAR PARA MORAR. COLABORAÇÃO ESPONTÂNEA : R$ 0,01 - R$  0,05 - R$  0,10 - R$  0,25 - R$  0,50 - R$  1,00 - Etc."
Eu não falava com mais ninguém. Não confiava em mais ninguém. Só voltei a falar com as pessoas, quando criei o meu abençoado Almanaque do Roberto.
* Filhos - Estou sendo muito pressionado pela mídia e pelos covardes a casar e ter pencas de filhos (as). Eu poderia ter muitos filhos para usá-los como escudo para conseguir ajuda fácil. Não sou casado, não tenho casa e nem  filhos, mas tenho Consciência das minhas dificuldades e dos meus problemas pessoais. 

SÃO JOAQUIM  SC - Quando comecei a pedir esmolas, passei desolado e envergonhado por São Joaquim. Eu estava de barba. Uma barba muito bonita. Deixei a barba crescer, porque o prestobarba estava deixando muitas cicatrizes no meu rosto. Eu fazia a barba com sabonete e prestobarba.
Devido as perseguições policiais de cidade em cidade, eu usava a minha carteira de identidade, como crachá. Ainda tenho o meu RG e a foto 3x4 com barba. Assim mesmo fui assaltado e torturado dentro da antiga delegacia por vários policiais militares de São Joaquim. Eles disseram rindo e debochando, que não me reconheceram por causa da barba. Eles usaram até a minha carteira de trabalho, para bater na minha cara. O professor Galeno foi quem bateu e cortou os meus lábios com a carteira de trabalho. E o policial mais forte e preto era o que mais me batia nos músculos da perna e da barriga com um cassetete. A família dele que veio de fora não tinha nada. Em pouco tempo, a família desse policial  já tinha a maior padaria da cidade. Os PMs cheiraram as palmas das minhas mãos, e afirmaram rindo e debochando que eu era usuário de drogas (até os dias de  hoje não bebo cerveja , cachaça, pinga, conhaque  e nem fumo cigarros legais e ilegais).  Alguns desses PMs já foram alunos do Colégio São José. Eram alunos que gazeavam ou faziam badernas dentro e fora da escola. Por isto criei a frase : Fugitivos da Escola.

SERRA NEGRA  SP -  Pedindo esmola de cidade em cidade, fui parar em Serra Negra. Nesta cidade fui assaltado por policiais militares. Depois fui despejado atrás do muro de um cemitério, de uma cidade vizinha, pela ambulância da prefeitura de Serra Negra. Os PMs roubaram todo o dinheiro que estava guardado no guarda volumes, dentro uma empresa de ônibus na rodoviária. Deixaram apenas uma moeda de R$ 1,00.

PINDAMONHANGABA  SP - Nesta cidade nasceu o político Geraldo Alckmin, acusado de roubar até merenda escolar. Nesta cidade fui assaltado pelo delegado e pelos guardas municipais. Os guardas municipais ficaram com o meu dinheiro. E o delegado ficou com quase 500  cartões telefônicos da Oi, que eu comprava para revender. O delegado alegou que os cartões telefônicos eram todos contrabandeados do Paraguai. Por causa desses bandidos, apelidei a cidade de Pingamonhangaba.

CONCÓRDIA  SC -  Nesta cidade eu já não era mais mendigo. Eu já estava vendendo o meu Almanaque do Roberto. Nesta cidade  passei uma semana varrendo de graça as ruas da cidade, para mostrar aos moradores locais, que a polícia iria continuar me importunando, mesmo sem vender nada.  Os policiais inclusive passaram por mim com a viatura dizendo : "Varra bem tudo isso aí seu merda."  
Varrendo as ruas de Concórdia, nenhum morador me ofereceu água, comida e nem dinheiro.

FLORIANÓPOLIS  SC -  Fui assaltado a noite no meu quarto dentro do Hotel Aquarius. A janela do meu quarto, ficava no primeiro andar, de frente para um prédio habitado. Todos os hotéis exigem que eu pague o quarto adiantado. Abaixei as persianas, e já estava enrolado numa toalha de banho. Escutei umas batidas incessantes na porta do meu quarto. Ao abrir a porta, um assaltante empurra o recepcionista para dentro do meu quarto. Ele usava uma faca enferrujada em forma de revólver. Lutei com ele pelado. Segurando ele por trás a minha toalha caiu. Pedi para o recepcionista meio idoso, fugir e pedir ajuda. O socorro nunca chegou. Então soltei o bandido, e corri pelado pelos corredores do hotel, e fui se esconder debaixo das mesas na sala de café do hotel. O hotel estava cheio de câmeras na entrada e corredores. Deve ter filmado eu pelado, se escondendo na sala de café. Na esquina do hotel, tem uma câmera zoom com alcance de 4 km da PM. No dia seguinte o dono do hotel não pediu desculpas e nem ofereceu apoio. Quando  fui pagar a segunda diária, para passar mais uma noite, ele devolveu todo o meu dinheiro, pedindo para eu sair do hotel. Ele alegou que eu estava difamando o nome do hotel no meu site. E por telefone para o repórter Roberto Salum, da TV Record, ele reconheceu que  fui assaltado dentro do hotel. Mas mandou eu sair, porque eu não tinha dinheiro para pagar mais uma diária. E não quis falar mais nada, sem o advogado. O dinheiro da primeira diária ele nunca devolveu. A segunda diária ele devolveu e mandou eu procurar outro hotel, após o assalto. Deixei um exemplar do meu Almanaque do Roberto, debaixo do colchão no quarto onde  fui assaltado. OBS : o assaltante deixou cair uma folha de papel dobrada, que tinha o logotipo e o  carimbo da delegacia de polícia civil  da rodoviária de Florianópolis. O Hotel Aquarius fica na Rua João Cruz e Silva, 106 - Estreito. Etc.



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